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OI TUDO BEM

COMO VAI?

Feliz ano-novo!

Be kind to everyone. You may not be able to save a person, but at least you weren’t one of the people who didn’t try.

(Chloe Higashida)

Adiós

Ontem, último dia de aula da faculdade e todo mundo muito feliz e louco pra confraternizar. Fomos ao PokoLoko – uma ilha far far away, paraíso da esbórnia e que contém o tal do faz-me rir – e pedimos pro Jeremias descer uma. Er, não rolou e alguém foi até o caixa.

Confraterniza aqui, confraterniza ali, toma chuva nas costas e..MANO, PRECISO IR PRA VAN, NUM AVISEI PRO MEU MOTORISTA QUE VOLTAVA COM ELE – falei, ou melhor gritei 1) porque chovia e 2) porque, cacete, acabou mais um semestre féladaputa.

No caminho pra van notei uma latente vontade de fazer xixi porque, né, ceis tão ligado. Mas já estava atrasada e dormir no chão molhado da faculdade, definitivamente, não está na minha wishlist. Cheguei na van e estava todo mundo extremamente comunicativo.

E, claro, gargalhar é a melhor forma de esquecer a vontade de fazer xixi, né?

sarcasm

Daí quando eu estava quase em casa e o xixi vazava pelos poros, a coisa ficou preta.

– Nossa, c têm uns amigos com nomes muito estranhos. É Ketilyn pra cá, Thaline pra lá, pelamor, duvido que você chame Camila, mesmo – falei.
C acha que Ketilyn e Thaline são estranhos? Eu tenho uma amiga que chama Ramedien.
– Não, inventar também num vale, né? Vamo conversar sério.
– É sério. Tem até um significado.
– Qual, a mãe foi tomar um porre pra comemorar o nascimento dela e batizou a filha enquanto ainda tava bêbada?
– Não, a mãe dela chama Neidemar que é Ramedien ao contrário.
– HAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAH CACETE.

Não, não me mijei. Mas olha depois dessa, faltou pouco viu?

Escolhas

Como já é do conhecimento dos meus dois queridos leitores, estou full time vagal. Coisa linda de meodeos, nada de trampar no Natal, Ano-Novo e nos próximos Domingos, pensei logo que coloquei os pés fora da empresa. Iupi.

Fato é que quando sua vida é a maior correria faculdade + trampo + família + amigos, você fica meio perdido quando tem tempo pra fazer TUDO direito e ainda assim ter oito horas de sono. É aquela longa história de ter tanto tempo de sobra a ponto de não saber o que fazer com ele, saca? (quanto TEMPO, é praticamente aquela música do Pato Fu – sem toda a graça de Fernanda Takai, course).

Daí hoje eu acordei, fiz tudo que tinha pra fazer e, pláf, ainda nem meio-dia era. Pensei em arrumar meu guarda-roupa e…pera lá, o desespero não é tanto, Amandá.

Tive uma luz: porque não aproveitar o dia bonito pra dar uma volta de bicicleta na pacata Sumaré? A idéia me parecia genial, mesmo por que essa vida de come-dorme ainda me mata qualquer dia. Quase me matou, inclusive, quando tive que subir 5 lances de escada. Um horror.
Divago.

Lembram que minha casa está em reforma, né? Então, minha bicleta fica no porão, e tudo que é do porão está na garagem…

figura1

..inclusive minha bicicleta.

Impossível tirá-la daí sem antes arrumar essa bagunça toda.

Claro que isso é um sinal pra que eu fique jogada no sofá assistindo Mulheres Apaixonadas.
Claro que é.

HAHAHAHAHOHOHO

Minha casa está em reforma. Tem coisa da despensa no meu quarto, coisa da sala no banheiro, coisa do quarto do meu irmão no quarto dele mesmo porque, bom, aquilo sempre é uma zona. E em função disso, me dei conta que o Natal está chegando e a árvore nem foi montada ainda.

– Mãe, o Natal tá chegando, né?
– É..
– OLOKO, SER QUE ESTÁ POSSUINDO A MINHA MÃE, SAIA JÁ!!!
– Que foi?
– Mãe, você adora o Natal, nos anos anteriores à essa altura a casa já estava cheia de coisas natalinas e mimimimis.
– A mãe tá sem tempo, Amandá. Por que você não monta?
– Pq er…ah..então..AH..a faculdade e o trampo estão me consumindo, mãe. E como você tem coragem de dizer que não tem tempo, senhora aposentada?

E exatos cinco dias depois estou desempregada e praticamente de férias da faculdade. Karma is a bitch.

– Amandá, a mãe tá indo tomar café na padaria, quer ir? – disse minha mãe hoje às 8:30.
– Ghrzuizuzeizuizeir..
– OI?
– Ghrzuizuzeizuizeir..
– Dá pra parar de graça, Amandá? Fala direito.
– Estou dormindo.

Com o passar do tempo você aprende que um café às oito e meia da manhã de um Domingo nunca é somente um café. Sempre vem seguido de um “aproveitando que a gente já está aqui, que tal [INSIRA UM PROGRAMA DE ÍNDIO DE SUA PREFERÊNCIA]“. E outra, oito-fucking-e-meia?

Daí ela foi tomar café com o meu irmão e eu não consegui dormir mais. Maldito peso na consciência.
Levantei, lavei a pilha de louça que estava criando vida própria na pia da cozinha e fui assistir Esporte Espetacular.
Eles chegaram.

– Que bom que você tá acordada, filha.
– Porque será, né?
– A mãe pensou no que você falou esses dias e comprou uns pisca-piscas pra colocar na frente de casa.
– Ah, legal.
– Então tá certo, pega a escada no porão que seu irmão tá pegando a furadeira.
– OI? Mas..eu..é que…ah..
– Você o que, vai trabalhar?
– Estou indo pegar a escada..

brog

AHHHH O NATAL!!! 🙂

/heh

Vi essa frase no nick da minha prima de dez anos e achei genial. Aí vai:

“Existem três tipos de pessoas: as que sabem contar e as que não sabem”

Clap clap clap.

Mais uma de busão

Hoje eu estava sentadinha no busão quando mãe e filha sentaram ao meu lado. A mãe abriu uma Coca Cola, ofereceu-me, neguei, agradeci e ela serviu a criança.

– Poxa mãe, você esqueceu o canudo? – com a cara de pessoa mais decepcionada do mundo e os olhinhos lacrimejantes.
– A mamãe esqueceu, filha. Toma sem canudo, mesmo.
– Mas eu não consigo – e as lágrimas escorreram.
– Tudo bem, a mamãe pega.

Pegou e a garotinha abriu um sorrisão de orelha-a-orelha. A maior cara de prazer que só uma golada de Coca gelada pode proporcionar. [/coke addict detected]

E você, lembra quando seus problemas se resumiam à uma lata de Coca sem canudo?